Sorteadas as urnas para a votação paralela do segundo turno

 

Em uma audiência pública ( foto1 - foto2)  com duração de 20 minutos, realizada às 9h, na Sala de Sessões do TRE-MG, os juízes Agostinho Azevedo e Áurea Brasil, integrantes da Comissão da Votação Paralela, sortearam as duas urnas (uma da Capital e uma do interior) que serão utilizadas na votação paralela do segundo turno, a ser realizada neste domingo, de 8h às 17h, na antiga sede do Tribunal, no bairro Cidade Jardim. O filho do juiz auxiliar da Corregedoria Regional Eleitoral (juiz José do Carmo Veiga), Leonardo Henrique Boy de Oliveira, auxiliou no sorteio.

As urnas sorteadas são da 26ª zona eleitoral de Belo Horizonte (seção 229 - Colégio Magnum Agostiniano - bairro Nova Floresta); e da 91ª zona eleitoral de Contagem (seção 136 – Senai, no bairro Industrial). Os juízes das respectivas zonas eleitorais sorteadas foram comunicados, pelos magistrados que conduziram o sorteio, para providenciar a substituição das urnas sorteadas por outras do estoque de reserva, para que o eleitor possa votar normalmente em 26 de outubro.

Estiveram presentes ao evento o Corregedor Regional Eleitoral e vice-presidente do TRE-MG, desembargador Baía Borges; um representante da Ministério Público;  representantes de entidades da sociedade e de partidos políticos inscritos para as eleições deste ano; a juíza integrante da Corte Eleitoral mineira, Marisa Porto; um representante de empresa de auditoria contratada pelo TSE para o evento e os juízes integrantes da Comissão de Auditoria da Votação Paralela, Agostinho Azevedo e Áurea Brasil, que conduziram os trabalhos.

O procedimento determina que as urnas sorteadas sejam retiradas de seus locais de origem (com seus respectivos programas de votação – candidatos da seção de origem) e trazidas ainda neste sábado, de aeronave (no caso do interior) para a sede do TRE, onde ficarão sob a vigilância da Polícia Militar do Estado.

Neste ano, a votação eletrônica trouxe uma novidade (que já ocorreu no primeiro turno) que garante ainda mais transparência e confiabilidade ao processo: o acompanhamento pela empresa de auditoria externa UHY Moreira e Auditores, contratada pelo Tribunal Superior Eleitoral. No dia da votação, 26 de outubro, no saguão e na sala do Centro de Memória da Justiça Eleitoral do prédio da Av. Prudente de Morais 320, os dados das cédulas preenchidas preferencialmente pelos representantes de partidos e coligações serão digitados em computadores e em cada uma das urnas eletrônicas selecionadas. No final da votação (17h), os dados impressos no boletim da urna eletrônica serão comparados com o relatório impresso pelos computadores. Todo o processo de votação será registrado por câmeras de vídeo.

O que diz a lei

                    A votação paralela, instituída a partir das eleições municipais de 2000 e cujos procedimentos estão estabelecidos nas Resoluções 22.714/2008 (TSE) e 734/2008 (TRE-MG), tem como objetivo comprovar a segurança e a confiabilidade do sistema informatizado de votação, por meio da comparação dos resultados da votação na urna eletrônica e em cédulas de papel.

Foto 1- O juiz Agostinho Gomes de Azevedo, presidente da Comissão de Votação Paralela (centro) auxiliado por Leonardo Henrique Boy de Oliveira, sorteia as urnas. À  esquerda Rosalina Santos ( fiscal de partido) e à direita Noriko Tsukamoto (secretária da  Comissão de Votação Paralela).

Foto 2 - Sorteio das urnas para a votação paralela na Sala de Sessões do TRE.

Crédito das fotos: Cláudia Ramos ( Coord. Comunicação Social TRE-MG)

 

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25 DE OUTUBRO DE 2008

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